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Está em discussão na Câmara de Vereadores de Goioerê um projeto de emenda à lei orgânica para implantação do orçamento impositivo no municÃpio. De autoria do vereador Patrik Peloi Flávio (PT), o projeto, assinado por todos os demais vereadores, iria para votação esta semana, mas foi retirado da pauta após pedido de vista do plenário.
Caso seja aprovado, o orçamento impositivo vai destinar 1,2% das receitas correntes do municÃpio para serem empregados obrigatoriamente em emendas apresentadas pelos vereadores para a realização de obras.Â
No ano passado, as receitas correntes do municÃpio chegaram a R$ 55 milhões, e 1,2% desse total somaria R$ 660 mil que, divididos entre os nove vereadores, resultaria em R$ 73 mil em emendas para cada um. Segundo informações levantadas junto à Câmara do municÃpio, o projeto deve entrar na pauta de discussão nas próximas sessões. No entanto, provavelmente será aplicado apenas a partir de 2017.
Orçamento impositivo
A legislação e a execução prática do orçamento da União, no Brasil, consideram a despesa fixada na lei orçamentária como uma “autorização para gastarâ€, e não como uma “obrigação de gastarâ€. Isso abre espaço para que o Poder Executivo não realize algumas despesas previstas no orçamento. Trata-se do chamado “orçamento autorizativoâ€, no qual parte das despesas pode ser “contingenciadaâ€. A ideia de orçamento impositivo é mudar essa prática, tornando obrigatória a execução de todo o orçamento nos termos em que ele foi aprovado pelo Congresso Nacional.  Ou seja, caso o orçamento impositivo, seja aprovado na Câmara de Goioerê, os vereadores terão a garantia de que as emendas apresentadas por eles no orçamento do municÃpio terão recursos para a sua execução.
Assessoria Acamdoze
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